quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Feminismo: movimento que explora cérebros femininos.

FEMINISMO

Você já ouviu falar nas feministas? As mulheres que querem abortar, mas não querem engravidar? As mulheres que não querem ser consideradas putas, mas fazem a marcha das vadias, onde se encontram todas nuas? As mulheres que segregam, mas lutam pela igualdade e sororidade?

"Feminismo é o conjunto de movimentos políticos, sociológicos, ideológicos e filosóficos que dizem ter como objetivo: direitos equânimes e uma vivência humana por meio do "empoderamento feminino" e da "libertação de padrões opressores patriarcais, baseadas em normas de sexo."

Se feminismo fosse igualdade, se chamaria igualdade, não feminismo.


Você já ouviu falar sobre sororidade? Eu já ouvi e li dezenas de vezes essa palavra saindo da boca de meninas que nem sabiam o que estavam defendendo. Você já tentou discordar delas? Já mostrou que algumas posições que elas tomam são erradas? Você já se perguntou a quanto de esforço físico as mulheres são submetidas? Sabe quais as vantagens puramente pela diferença biológica? Você já viu sequer algum dado relacionado ao índice de "homemcídio" (caso houvesse a igualdade, porque se intitula feminicidio a morte de mulheres, independente se foi morte por ela ser mulher, o que já é enquadrado a motivo torpe, o "feminicídio" sempre é agravante).

O que diferencia homem e mulher?

Cromossomos Homólogos

O corpo humano possui no total 46 cromossomos pareados, contudo 2 destes cromossomos são os chamados “sexuais”, o que irá decidir o sexo durante a formação do feto, enquanto que os outros 44 são os autossomos, isto é, que não estão ligados ao fator sexual. Portanto temos então 23 pares, sendo 22 de autossomos e 1 de sexuais. Os cromossomos homólogos são aqueles que representam cada um destes pares.

Quantos cromossomos as pessoas têm?
Nós, seres humanos, cada célula normalmente contém 23 pares de cromossomos, num total de 46. Vinte e dois desses pares, chamados autossomos, têm a mesma aparência em ambos os machos e fêmeas. O par 23, os cromossomos sexuais, diferem entre machos e fêmeas. As fêmeas têm duas cópias do cromossomo X , enquanto os homens têm um X e um cromossomo Y . 

O que diferencia a realidade da utopia?

É possível mudar a aparência, mas nunca foi e nunca será possível modificar e construir um novo sexo ou desconstruir os dois únicos existentes. 

46 cromossomos:
É EXATAMENTE ISSO QUE NOS DIFERENCIA.

É exatamente isso que faz de nós seres complementares. Seres que atuando juntos entram em total sincronia, diferente do próprio movimento que segrega, divide e subdivide as mulheres, brancas, negras, pardas, cabelos lisos, cabelos crespos, com pelos e sem pelos, radicais ou pacificas, cristãs e não cristãs, femistas, feministas, burguesas, todas lutando por uma ideologia unida ao socialismo e a liberdade sexual a partir da infância para reeducar seu comportamento, uma ideologia que visa desconstruir a família. E elas fazem isso sem saber, ficam disputando cega e inutilmente, para saber quem sofre mais e nenhuma aceitando a outra como ela REALMENTE É: MULHER. MULHER NO CROMOSSOMO, MULHER EM CADA PARTE DO CORPO E EM TODOS OS COMPONENTES NECESSÁRIOS, QUE NOS FAZ NASCER, CRESCER E MORRER MULHER.


(Você pode até vir com aquele papo de Simone de Beauvoir ou Frida Khalo, mas lembre-se, a primeira tinha um amante e deixou todas as "manas surpresas" quando foram descobertas as cartas, onde ela escrevia a ele e contava nelas que aliciava menores de idade para esse amante e a outra foi amante de Trostky, amigo de Stalin)

"Você ouve Olavo"

    Certas coisas marcam nossa vida, de certa forma, aquelas que em alto e bom som são ditas, com a intenção de inferiorizar-nos, são as que mais nos causam risadas e até magoas. Passei algum tempo pensando e revendo algumas das situações mais ridículas que já aconteceram e por mais ridículo que pareca, todas elas se referem a meu professor de filosofia, o grandioso Olavo de Carvalho. Não fui iniciada por ele na vida intelectual, como muitos acreditam, inclusive que até comecei a fumar por causa dele. Fui apresentada a diversos nomes da filosofia, história e ciência politica pelo Luis Vilar (a quem já entrevistei aqui) e pelo Sr. José Carlos Sepúlveda. Antes, era somente uma militante bolsonete. Eu mesma tinha um preconceito quase do tamanho da minha burrice ao falar de Olavo, cheia daqueles rótulos, daquelas "ressalvas", feitas sempre por quem não me queria ver progredir. Falava de boca cheia ao Raul: "ele ataca tal pessoa", "ele ataca tal pensamento", "ele ataca a religião que diz seguir" sem saber porra nenhuma do que ele ensinava a fundo, vendo publicações sem nem mesmo entender que elas tinham sequência. Era cheia das "opiniões", mesmo tendo assistido uma quantia considerável de videos dele, até o dia que fui ver O Jardim das Aflições, de Josias Teófilo, sobre a vida/filosofia de Olavo. Foi exatamente no dia 27 de junho de 2017 que o mundo voltou a girar. 
    Se Josias fizesse um seriado sobre a vida do Olavo, eu ainda acharia pouco demais para passar horas debruçada assistindo. Se eu for contar a quantidade de vezes que assisti o filme, acredito que já passou de doze, as vezes duas ou três vezes consecutivas pensando que perdi algum detalhe, alguma música, alguma referência, alguma linha de pensamento, alguma história. Logo que assisti a primeira vez, fui correndo buscar a trilha sonora de Guto Brinholi e as sinfonias de Jean Sibelius, sai pesquisando por todos os lados as referências feitas para que pudesse entender esse (desculpa) DESGRAÇADO MARAVILHOSO do qual eu jamais pude imaginar ser hoje aluna, de maneira que precisasse me despir e me desculpar por opiniões extremamente ridículas. 
  No final do ano passado ganhei de presente um mês de aula para ver como era e fiz igual disse que faria: INVERNEI assistindo aulas, fazendo exercícios, lendo dezenas de livros - que antes tinha adquirido preguiça em fazer, junto a correria da militância. Em duas semanas comi o máximo de Aristóteles, Platão e Sócrates numa busca desgraçada por conhecimento. Assistindo e re-assistindo, as vezes duas ou três vezes as aulas para entender nos mínimos detalhes, até que ao chegar na aula doze, aconteceu minha primeira aula ao vivo. Eu até pensei em não assisti-la para não dar aquela ansiedade e não pular nenhuma aula, mas vi que dava para fazer perguntas e era uma chance de tirar algumas dúvidas. As outras eu ia anotando e ele de maneira clara foi retirando-as uma a uma e ao decorrer das pesquisas também foram sumindo. Não. Eu não consegui fazer pergunta nenhuma. Ao terminar de ouvir, parecia que ele havia sido tão claro, quanto nenhum professor jamais fora, que eu não conseguia formular nada, apenas senti vontade de re-assistir para poder anotar todas as coisas e buscar por suas fontes citadas. 
    Mais um mês pago, agora para jamais parar. Me sentindo envergonhada por não ter começado antes, por ter perdido tanto tempo com porcarias aleatórias. E hoje eu digo que existe um a.O/d.O (antes de Olavo, depois de Olavo) e pergunto aos hipócritas cheios de si (ou melhor dizendo: vazios): QUEM É VOCÊ? Não no sentido pueril que você sempre pensa e se apresenta. Não no sentido característico, a quem você quer adjetivar. Não o que você faz, nem como você se porta. QUEM É VOCÊ? E além disso: o que você faz para alcançar seu objetivo? E mais além: o que você quer ser quando você morrer? Hoje eu sei quem eu sou e eu tenho outra certeza além disso: eu quero (e vou) me esforçar para orgulhar quem abriu as portas do pensamento, quem abriu o caminho para a descoberta, para a realidade, para quem eu sou. Eu amo aqueles que me iniciaram, mas jamais terei como agradecer o professor que me aprofundou e me sufocou de mim até me fazer acordar.
     

- E bem menos importante, a merecer somente uma notinha abaixo desse texto direcionado ao melhor professor que existe: aos que falam "você ouve Olavo" com um tom de superioridade, aos que dizem saber de tudo mas não sabem porra nenhuma, aos que se contentam assistindo séries insignificantes e tem pensamentos medíocres e não fazem nem o mínimo, como ensinou Olavo de Carvalho: VÃO TOMAR NO CU! 


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Entrevista:

Allan Dos Santos

"A verdade deve prevalecer, mesmo que não seja popular."


Monarquista, armamentista,
 católico 
 e um exemplo de reeducação.  

Ludibriado pela esquerda, Allan foi mais um brasileiro a cair na conversa de que o aumento do estado seria a solução para o país. Em 2008, começou a entender quantas mentiras eram contadas e quantas verdades escondidas. Aluno do Filosofo Olavo de Carvalho, jornalista do Terça Livre, Allan dos Santos concedeu uma entrevista que direciono a todos vocês, leitores do blog Lado Direito da Vida, que pretendem como eu, restabelecer os elos com a história não contada do Brasil.


O Brasil hoje está numa fase de “Liberdade ou Morte”. Em qual momento você proclamou a independência do seu intelecto perante a homogeneização intelectual imposta pela esquerda durante todos esses anos?

Os estudos filosóficos que tive não estavam organizados e ordenados e foi o Prof. Olavo de Carvalho quem mostrou-me como compreender a loucura do mundo atual e aplicar os princípios especulativos a esta nebulosa confusa na qual as pessoas estão inseridas. O processo de purificação não foi fácil, pois tive que recomeçar a ler o mundo sob uma nova ótica e isso mudou minha vida. Estudar não é acumular dados, mas colocar cada coisa no seu devido lugar e desde o dia que o Prof. Olavo foi indicando-me como agir, o pensamento foi ordenando-se pouco a pouco. Ainda sou um aprendiz, muito ruim por sinal, mas agora sei o caminho.


O que e quem te motivou? 

O que mais me motivou foi o conhecimento de si. Conhecer seus limites e fracassos, sem medo, fez-me olhar o mundo e os outros com um novo olhar. Um olhar de compaixão.

Qual sua religião? Me conte um pouco sobre o que você acreditava antes, como cresceu a curiosidade pela história daquilo que se acreditava e como as perguntas foram respondidas.

Sou Católico, mas cresci em berço protestante. A minha conversão se deu aos 15 anos de idade com a vinda de JPII. Como eu gostava de música, compreendi que nada era inédito no mundo arte, da religião, da política e etc. Fui questionando de onde vinham as idéias das doutrinas que seguia e me deparei com o Fundador da Igreja Católica: JESUS. Foi então que cessei minhas críticas fundamentais, mas só com o tempo eu fui despindo outras tantas críticas que tinha contra a doutrina Católica.

Como começou a ideia do Terça-Livre, como foi todo o processo e quando vocês colocaram em prática? 

O canal surgiu da iniciativa de alguns amigos que queriam desabafar e falar o óbvio que a mídia não falava acerca dos fatos. O processo é longo e só um livro poderá contar os detalhes (já estamos organizando isso), mas o fundamental é que não existiríamos sem o apoio das pessoas que nos assistem e nos patrocinam, pois nunca conseguiríamos chegar onde chegamos com as modelizações do YouTube. Colocamos em prática assim: mostras o que conhecemos e apostamos que existia um número enorme de pessoas que não deixaria essas informações sem divulgação. Pode parecer simples demais a explicação, mas foi assim mesmo.

Tendo em vista: lidar com opinião pública, a organização dos conteúdos, como fazer toda linha de pensamento ser compreendida, como vocês se sentem fazendo esse trabalho e qual a mudança que vocês conseguiram acompanhar até aqui?
Sempre que viajamos para dar palestras pelo Brasil as pessoas nos pedem para tirar fotos, dar dicas de pauta, mas tudo sem tietagem. São amigos que nos abrigam em seu lar todas as noites e que agora estamos presentes. Creio que este contato com o público é fundamental. Nenhuma mídia brasileira sabe valorizar isso. Logo que podem colocam os formadores de opinião em um pedestal ou estas pessoas públicas mesmo acabam vivendo alguns andares acima do povo, sendo que esta fama é tão artificial. Basta um sofrimento cruel e todos estarão no mesmo nível. Somos todos seres humanos. Assim, desde a molecada que nos assiste até o empreendedor ou pai de família, o feedback que nos dão é sempre positivo. De fato mudamos a vida de muita gente que ou estava perdida ou só.

Qual a maior dificuldade que você particularmente sentiu?
Quando passei alguns meses sem poder viver do Terça Livre e achava que o nosso sonho de ser uma mídia nunca se tornaria realidade. Ao mesmo tempo, eu via gente falando de pokemon no YouTube e comprando casa, carro  e etc.

O que te faz esbravejar mais que o Alberguetti? 

Meus desabafos são sinceros.
 Tenho muito o desejo de fazer que algumas pessoas acordem.
 Assim, o tom do jornalismo atual ou a mais alta filosofia não fará com que muitos acordem.
 O que sou no YouTube, sou em uma mesa de bar.

Qual seu “palpite” para candidatos 2018? 

Para presidente? Bolsonaro já é tratado como tal e isso não tem como parar mais. Ele é o símbolo da indignação do povão contra o controle do Governo sobre a vida econômica, cultural, religiosa e moral das pessoas.

Perdemos a chance de obtermos um pouco de "democracia" no segundo mandato de Dilma, sob acusação de fraude eleitoral com provas quando legitimamos a eleição com o impeachment, encabeçado por Janaina Paschoal e Miguel Reale Junior. Numa situação de afastamento do Vice Presidente de Dilma Rousseff, como você imagina que ficaria a situação política?

Não tenho a mínima ideia, mas que os problemas aumentariam, isso é um fato.

Quem assumiria?

Não sei. O Brasil não segue as leis.

Em que sentido e grau isso afeta o Brasil - já afetado pelo entusiasta socialista FHC e o sindicalismo 4ª série de Lula –. Quais são as consequências de manter Temer e de tirar Temer nesse quadro planejado?

A política não se faz com doutrina ou ideologia, mas com pessoas e meios. A única coisa que sei, é que: o estamento burocrático já ultrapassou os limites do tolerável, mas ao mesmo tempo sei que poucas pessoas das quais alguma coisa pode ser feita, têm noção do que pode ser realizado e o que realmente estancaria a hemorragia política que vivemos.

Se você pudesse indicar ministros ao futuro presidente, quais nomes você apresentaria?

Luiz Philippe de Orleans e Bragança para o Itamaraty. Os demais não tenho opinião formada.

O que representa, para você, o projeto Escola Sem Partido? 

Um grito, que parecia jubilado, dos pais e alunos que percebiam que alguma coisa estava errada, mas não sabiam como diagnosticar.

Na sua concepção, o que significa democracia?

Uma utopia.
 A Constituição Americana sequer possui essa palavra.
Os EUA defendem a República, não a voz da maioria.
 Isso é fundamental:
 a verdade deve prevalecer mesmo que não seja popular.



Você não sabe por onde começar?
Allan indica cinco livros para você que é iniciante:

]"A República" - Platão
"A Natureza do Bem" - Santo Agostinho
"A Vida Intelectual" - Sertillanges
"O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota" - Olavo de Carvalho
"A Nova Era e a Revolução Cultural" - Olavo de Carvalho


Acompanhe o Allan Dos Santos nas redes sociais:
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Aqui uma entrevista em áudio 
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SITE TERÇA LIVRE

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Autistas, e não artistas!


   A esquerda diz, com convicção: "o conservador", "a família brasileira" tem aversão ao nu. Eu me pergunto, como deveríamos então, que é a mais bonita obra e prova cristã: o corpo de Cristo? Em Homilia sobre a Epístola aos Colossenses, ele diz que "Jesus, antes de subir à cruz, despojou-se do velho homem tão facilmente como de suas vestimentas". O corpo não era tudo. Talvez seja essa a analise correta a se fazer. 
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   Quem sabe se olhássemos com cautela, preservando nossa memória de estudante que nem precisa ser boa, já que, falaremos aqui dos mais conhecidos, lembrando de Michelangelo que concebeu "O Juízo Final", "Escravo Moribundo" e "Leda"; "O Julgamento de Páris" de Petter Paul Rubens; vindo de uma pequena escultura da antiguidade acerca de 20.000 anos a.C como a Vênus de Willendorf, até os mais "menos atuais" registros como em 1504 as Le Tre Grazie, ou Os Cinco Sentidos de Hans Makart em 1884. Coisas sutis como O Putto em Equilibrio sobre um Balão de 1480; e como esquecer então do Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci?

Resultado de imagem para A leda - michelangelo   A questão em si, não é o nu da obra, não é também a falta de contato das pessoas (principalmente falando de Brasil em questão de valor cultural, que aliás foi perdido, relembrando desde o Índio até a tropicalidade, a festividade carnavalesca transformada com o tempo em turismo sexual  e todas as outras liberdades gritantes que aqui temos), o problema é o conceito que o artista quer criar, é para quem e porque ele quer destinar aquela coisa contemplativa que buscará criar. Se o objetivo é estreitamente ideológico a fim de transmitir não uma ideia a analisar, ou algo a se contemplar/observar, mas uma verdade construída para ser absolvida, sentida, vivida e sugestivamente transmitir uma ideia formada, pronta para ser abraçada como a representação/solução/critica para o que se existe num mundo de uma opinião vista de apenas um ponto de vista sobre algo que é amplo, como uma verdade pessoal partilhada, tornando a obra uma maneira de absorver mentes que concordam e não mentes que contemplem. Como é possível dizer existir uma aversão ao nu sendo que a escultura da "justiça" está em fóruns do Brasil inteiro?


   
 A questão é que: não é a arte.

Resultado de imagem para homem vitruviano o que significa   A questão é, para o que essa cultura está sendo utilizada? O brasileiro não tem aversão ao nu, o brasileiro não é desprovido de cultura, já que temos a maior miscigenação de povos, e culturas misturaram-se com o tempo transformando-nos no que somos hoje, o brasileiro tem aversão a pedofilia, ao pensamento criminoso, a tentativa de desbanalizar a visão de alguns autistas que não entendem que zoofilia, pedofilia, necrofilia e afins não é normal. Tem aversão ao contexto sintético "artístico" que alguns libertinos criaram para embelezar sua hipocrisia promiscua e completamente erótica. A aversão é sobre essa lente sexual, essa mentalidade extremamente voltada a desejos e onde a relatividade existe para que nenhuma verdade então ocupe espaço, para que boçais possam ser nomeados "INTELECTUAIS", para criar novas ondas de revolução por meio de um método Gramsciano.

    Da pra aprofundar uma frase bem conhecida nas redes sociais: além do poste urinar no cachorro, ele ainda deseja que, de alguma forma, o cachorro permaneça naquele lugar, sem evitar a urina, sem reação natural alguma, as vezes o poste até ilumina o cachorro para ver se ele aprendeu a bater palmas. No caso, o limite do cachorro é aprender com o poste como ele deve fazer para receber mais agradavelmente a urina. 
Como foi dito, depende do contexto que a obra de arte está inserida, depende de qual é sensação que o autor quer causar. Fazer "obras de arte" é como escrever: quem não lê diversas vezes o que escreve, nunca melhora, sempre escreve rimas infantis com letras irreconhecíveis, que após um dia, um mês ou um ano serão motivos de piada para você mesmo. 
   O momento de criação da arte é a gravidez do autor, a gravidez que precede o nascimento. Cada segundo da criação, é um batimento diferente, uma descoberta diferente. Artistas são como mães curiosas pelo sexo do bebê, são como constelações que se formam no céu. Se a arte já tiver uma pré-definição ela deixa de ser arte e passa a ser apenas uma releitura. Portanto, artistas não, reeleitores de ideologias, prescritores de ideologias para as artes. Banalização da arte em si, para a construção de idealismos vindo de cabeças relativas. 




   Da mesma forma que é possível que um analfabeto tenha aprendido economia com a mãe nunca escolarizada e consiga chegar a administração de um país, é possível que se fabrique "autistas" que acreditem ter o dom de passar o que há de mais interessante na alma de um artista: A PUREZA.

"O artista deve ser puro, despido de visões de mundo quando cria. Se não, ele é apenas um espelho do que ele mesmo está vendo. Então, sua arte deve estar acima de qualquer visão de mundo. É como comparar as dezenas de quadros com o rosto excêntrico de Frida Khalo, com as criações magnânimas de Alejadinho."
Lais Orehan

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Exposição de arte moderna, MAM.

Vamos falar um pouco sobre essa exposição de arte moderna acontecendo no MAM. 


O que é o IC11?

Uma década se encerrou, um novo ciclo se inicia. Este é o ano 1 de um reinício, de um novo ponto de partida. O encontro internacional de artes IC, realizado pela Dimenti Produções Culturais em parceria com a Associação Conexões Criativas, realiza a sua 11ª edição, de 19 a 27 de agosto de 2017, se propondo ao corpo a corpo entre artistas e públicos. Com o lema “Tô Pra Jogo”, o IC11 acolhe atividades que estimulam uma ação direta do público na obra de cada artista, ocupando os mesmos lugares, criando juntos, se tocando, se disponibilizando. Em transformação mútua. Agentes que formam um mesmo time, sendo corresponsáveis pela dinâmica de cada situação como numa partida de pingue-pongue.

É assim que o festival decide dar o primeiro chute na bola para começar de novo em tempos em que o engajamento e a participação direta são urgências sociopolíticas e, também, artísticas. Desde o princípio comprometido com o desafio do risco, o IC inaugura um campo novo, com grama recém-plantada, com o potencial de esverdear por meio de um esquema tático sereno, com ritmo mais sutil e íntimo.

Alguns dos artistas participantes são:
  •  Jorge Alencar
Aqui ele tem a:
► Peça infanto-juvenil baseada no livro homônimo da autora baiana Lilia Gramacho sobre o adolescer de uma menina e seu processo de auto-percepção.
► Obra de dança discute sobre gênero a partir de noções problemáticas como “feminino” e “masculino". Dança de salão e musicais de Hollywood são contextualizados na obra em termos de citação e de borrão coreográfico.
►Os contos de fadas tradicionais em versões adultas, fetichistas e musicais.

  •  Michel Groisman


  • Malayka SN

Artista visual, com experiência em performance, artes cênicas, produção cultural, desenho, mediação cultural, pintura, figurino e transformismo. Bolsista do Projeto Sankofa – Política de Diversidade de Gênero na Universidade Federal da Bahia (UFBA), do Prof. Leandro Colling. Malayka SN é um experimento performático que visa direcionar o foco para os borrões sociais e os hiatos percebidos entre o processo de criação da obra e a própria criatura. Tenta propor uma fusão horizontal de artes outras, dissolvendo diversas problemáticas inerentes ao processo de forma crítica e lúdica/psicodélica. Como romper a estética naturalista humana e pensar uma estética da monstruosidade? Malayka SN questiona.



E o que exatamente isso tem a ver com alguma coisa?

As imagens da interação da menina com a apresentação foram divulgadas por fontes desconhecidas na internet. A criança parece mostrar curiosidade enquanto engatinha pelo tatame, vendo uma mulher adulta tocar os pés do artista. A mulher a incentiva a participar, a menina ri, toca rapidamente os dedos dos pés dele, e volta à plateia diante de sorrisos do público.



Marcos* tem 52 anos, dois filhos adolescentes, uma esposa e um emprego. Ele também tem culpa - a culpa de quem cometeu um crime e teve que ir para a cadeia para perceber que precisava de ajuda. A culpa de quem tem uma doença que é associada quase automaticamente a um crime: pedofilia, termo médico para o desejo sexual por crianças. O psicólogo forense Antônio Serafim acrescenta que “a Justiça ainda vê o pedófilo como um criminoso, e não como uma pessoa doente”, afirma. Segundo Dimitri Sales, “o estupro tem uma dimensão social que influencia o julgador. Seria necessário pensar além da reclusão, que é responsabilidade do Código Penal. Era necessário criar uma medida terapêutica.”



A instituição acredita no diálogo e no debate plural como modo de convivência no ambiente democrático, desde que pautados pela racionalidade e a correta compreensão dos fatos.

Em “La Bête”, o premiado artista Schwartz, que trabalha há quase 20 anos com coreografia, manipula uma réplica de plástico de uma das esculturas da série e se coloca nu, vulnerável e entregue à performance artística, convidando o público a fazer o mesmo com ele.

Explicação: 

La bête significa a fera e é uma obra de 1975

VLADIMIR MAVOUNIA KOUKA

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Indicações;

Livros 
  • Fustel de Coulanges
  1. A cidade antiga 
  •  Leonard Szondi
  1. Introdução a psicologia
  • Thomas de Aquino
  1. Suma teológica
  2. Tratado de Lei
  3. Sermão sobre o credo
  4. Comentário a metafisica de Aristóteles 
  • George Orwell
  1. 1984
  • Mallarmé
  1. Antologia
  • Alfred de Vigny 
  1. Os grandes romances históricos
  • Saul Alisky
  1. Regras para radicais
  • Karl Marx
  1. O manifesto comunista
  2. O capital
  3. A ideologia alemã 
  • Olavo de Carvalho
  1. O minimo que você precisa saber para não ser um idiota
  2. A filosofia e seu inverso: e outros estudos.
  3. A formula para enlouquecer o mundo
  4. Maquiavel ou a confusão demoníaca
  5. Aristóteles em nova perspectiva
  6. O Jardim das Aflições
  • Alexandre Costa
  1. Introdução a Nova Ordem Mundial I
  2. Introdução a Nova Ordem Mundial II
  3. Bem-Vindo ao Hospício 
  4. Heráclito - Fragmentos Contextualizados
  • Dom Bertrand de Orleans e Bragança
  1. Psicose Ambientalista [as cinco edições]



Documentários

  • Josef Stalin e Hitler 
  1. Josef Stalin - Dez vezes pior que Hitler
  2. GNT - Lideres polêmicos - Stalin e Hitler
  3. Josef Stalin - A Origem
  4. Segredo dos Mortos: A rede de espíões de Stalin
  • Islamismo e a crise dos refugiados
  1. A verdadeira intenção da vinda dos refugiados para a Europa
  2. O terror que é o islamismo
  3. A intolerância islâmica na Inglaterra
  4. Refugiados arrastando mulher alemã no metrô para estupra-la
  5. A barbárie muçulmana na Europa
  6. A breve história do Islã - Briggitte Gabriel
  7. Isto é a Polônia
  8. Entrevista - Ex muçulmano vs muçulmana 
  9. Resposta aos muçulmanos pacíficos 
  • Kim Jong Un 
  1. The lovers and the despot
  2. Kim Jong Un - O Ultimo Principe Vermelho
  3. Documentário Proibido
  4. Toda a verdade 
  5. Liberdade ou morte
  6. I'm Sun Mu 
  • Mao Tse Tung
  1. A revolução da China
  2. A grande fome de Mao Tse Tung
  3. Mao Tse Tung
  4. Tiranos
  • Hugo Chavez
  1. A Venezuela de Hugo Chavez
  2. Storia di un golpe in Venezuela 
  3. La voice dei Barrios
  • Comunismo, Socialismo, Marxismo
  1. A história do Marxismo, Comunismo e Socialismo - Porque matar é fundamental
  2. Comunismo - A história de uma ilusão 
  3. O mundo perdido do comunismo 
  • Teologia da Libertação
  1. Teologia da Libertação e a esquerda brasileira
  2. O pai da teologia da libertação
  3. A teologia da libertação

domingo, 24 de setembro de 2017

II Encontro Conservador do Mato Grosso do Sul

   No dia 23 de setembro, deu-se inicio o II Encontro Conservador do Mato Grosso do Sul, organizado pelo Instituto Iniciativa. Aqui aproveito para mencionar com muita alegria, os nomes de Pietro Decenzo, Ingrid Gonçalves, Carla D'Amore, Julia D'amore que com maestria guiaram esse evento e muitos outros que aconteceram nesse ano de 2017. Parabenizo e agradeço pessoalmente por ter a oportunidade de participar e absorver cada palavra dita pelos palestrantes: Luis Vilar, um jornalista que me inspirou mesmo não tendo intenção alguma de cursar jornalismo atualmente, por causa das instituições corrompidas com o pensamento vermelho homogêneo, e também, um ex ateu que reconheceu no conhecimento a existência de Deus, a essência do ser humano e sua transcendência partindo desse principio. José Carlos Sepúlveda, como Analista Politico, a inspiração para estudar sobre a ciência politica que agora faz parte da minha vida, com seus arquivos riquíssimos dei abertura a uma nova visão. O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Sua Alteza Imperial e Real, que com toda a certeza é o maior exemplo de brasileiro patriota que existe, nos trazendo uma riqueza incomensurável da sua vida e durante todos esses anos tem lutado para tornar o Brasil o melhor País do mundo. Alexandre Costa, autor do livro A Nova Ordem Mundial I e II e Bem Vindo ao Hospício, deu aos ouvintes uma aula sobre a dominação mundial por um governo autoritário e desumano de uma maneira muito acessível, uma aula que é necessária para o entendimento de toda ideologia e o que passamos na cultura, na religião, na educação, etc. 
   Resolvi enfatizar aqui, não tanto os palestrantes, não que não mereçam, terão um espaço em outro momento., mas a atitude que os trouxe aqui. À uns anos atrás, exatamente em 2013, eu estava panfletando pelas manifestações, sem apoio de ninguém, nenhum grupo e vendo as publicações que meu pai fazia, as coisas que ele escrevia e me mandava no power point sobre a corrupção. Passaram alguns anos e eu nunca tinha resolvido estudar ou me perguntar verdadeiramente o porque eu estava indo lá, o porque eu estava fazendo aquilo. Eu só sabia que eu odiava o PT e o PSDB, porque era o que meu pai dizia. Eu estava no meio de centenas de pessoas, muitas delas não sabiam assim como eu o que estava acontecendo e as poucas que sabiam, estavam sendo sufocadas pela mídia. Depois de muito panfleto feito a mão, muito cartaz eu conheci uma pessoa que me colocou num grupo, eu achava que dava pra mudar o mundo com aquilo lá. Vi toda desorganização e ego nele, via uma vontade de mudar, mas era apenas de 30%, pessoas desinteressadas envolvidas e as que estavam envolvidas não eram aquilo que falavam. Até então eu não sabia muita coisa além de pesquisas aleatórias que me fizeram entender o que havia acontecido em 2013. Eu estava em  2014, com pouco conteúdo, sem redes sociais, poucos livros, terminando uma faculdade de Design de Interiores e ainda sem companhias que me levassem para frente.
   Uma vez uma pessoa que eu admiro pela inteligencia me convidou a ir numa manifestação no Parque dos Poderes, dos Agropecuários contra Reinaldo Azambuja porque ele não poderia participar. Esse foi o dia que eu comecei a colocar os ponto nos "is". Foi nesse dia que eu conheci o Pietro. Não foi nesse dia que eu comecei a admira-lo, além de te-lo conhecido, conheci pessoas das quais não concordavam com ele, não contavam o porque, porém falam dele. Até então eu só conhecia-o pelas bocas das quais falei que as atitudes eram diferentes do que pregavam. Tudo que eu conheci e aprendi até agora, foi pelo direcionamento dele. Antes de eu conhecer o nome Olavo de Carvalho e de qualquer outro filósofo, cientista politico, qualquer que seja, quem me ajudou a compreender toda a história de maneira clara, conectada e lógica, foi o Pietro. E assim foi na sequencia, conheci a Ingrid, logo em seguida Carla e Julia D'amore, três mulheres que me fazem ter a absoluta certeza de que o feminismo não faz absolutamente nada por ninguém.Três mulheres fortes, dispostas a passar por situações, dispostas a ser a linha de frente, para dar e tomar porradas que muitos não aguentariam. Dispostas a lutar como mães, leoas, guerreiras pelos filhos perdidos do Brasil. 
   A partir dai, não tem um dia que eu não leia artigos, que eu não assista documentários, não estude pensando em como compor um grupo com pessoas tão ricas de conhecimento. Do momento que eu conheci essas pessoas dispostas a plantar sementes pra cá, eu descobri de verdade o que eu gostaria de fazer. Talvez daqui muitos anos eu possa agradecer todo esse acolhimento, toda essa base. Um grupo que se consolidou, com idéias fortes, com pessoas dispostas, com paciência e sabedoria. Vocês são em absoluto os responsáveis por uma colonia de formiguinhas se organizarem, se disponibilizarem para trabalhar em prol do Brasil. Meu agradecimento pessoal nessa pequena nota. 
   Desejo que depois desse Encontro, tenha surgido uma luz no fundo de todos que assistiram e terão a oportunidade de assistir a gravação futuramente. Desejo que todos queiram se auto-reavaliar, buscar o melhor de si para transmitir o melhor, amar ao próximo. Espero que desse congresso saia: coragem, respeito e fraternidade. 

                                                                                                                    Raiza Mariank